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Hoje é quarta, 20 de setembro de 2017.

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Rumo ao fim do primeiro bimestre PDF Imprimir E-mail

bolaemjogo

A "greve", que nem chegou a "pegar" por aqui, já acabou oficialmente no final da semana passada. Sorte teve quem aproveitou para descansar naquela semana, porque daqui até o fim do bimestre a correria vai ser como sempre: provas, atividades e muito trabalho.

Já estamos na terceira semana de abril e caminhamos rápido para o final do bimestre. Agora é hora de "rever seus conceitos" e verificar se é ou não preciso um pouco mais de empenho nos estudos. Já temos algumas notas divulgadas, várias atividades computadas e o controle de frequência está atualizadíssimo. Depois que o bimeste acabar será tarde demais para chorar sobre as "notas vermelhinhas" e não vai adiantar muito culpar o professor (mesmo que ele seja parte do seu problema).

Se você for meu aluno, clique no menu superior "Alunos" e depois selecione, no menu lateral esquerdo que aparecerá, os itens que levam ao controle de frequência, controle de atividades e controle de avaliações. Lembre-se também de que nessa semana e na próxima ainda temos outras avaliações e atividades. Faça sua parte!

 
Quando todos estão errados, alguém precisa fazer a coisa certa PDF Imprimir E-mail

Professor socorrendo policial feridoSão Paulo, 26/03/2010. Em meio à fumaça das bombas, as balas de borracha, pedradas e pauladas, a cena registrada pelo fotórgrafo Clayton de Souza (Agencia Estado) simboliza toda força e toda fraqueza de um momento "humano, demasiado humano", plagiando o título idêntico da obra de Friedrich Nietzsche (1878).

De um lado um sindicato sem rumo, uma greve que se iniciou sem pauta clara e um movimento heterogêneo, onde professores reivindicando melhores salários e condições de trabalho se misturam a pelegos e ativistas políticos inconsequentes (os porra-loucas de sempre). Do outro, um governo arrogante e incompentente, guiado por um desejo sombrio de eternização no poder a qualquer preço e que abusa dos preceitos de segurança a que tem direito legal e usa a polícia como instrumento de repressão (dentre outros).

Mas no meio, bem no meio, um professor e um soldado. Ambos mal pagos pelo mesmo patrão, ambos difamados pela mesma mídia chapa-branca e ambos esquecidos pela dita "sociedade formadora de opinião", que depois de formar uma opinião muito romântica sobre si mesma, tem se dedicado apenas a coçar o próprio umbigo.

Esta imagem tem um quê de tristeza, pois mostra como duas categorias que não são antagônicas, e que existem, ambas, para o promover o bem-estar da sociedade, uma protegêndo-a, outra educando-a, são levadas ao confronto em nome de grupos outros, com interesses outros e bem distantes dos interesses de soldados e professores. O professor que carrega o policial ferido é também o mesmo que educa seus filhos e que tenta construir uma sociedade menos violenta, politicamente mais consciente e que possa um dia abolir governos autoritários e incompetentes, como o governo de São Paulo tem sido e agido ao longo de toda a gestão do PSDB.

Policial imobiliza professorJá na imagem seguinte, onde um professor é imobilizado por um soldado, é difícil compreender que o soldado só esteja cumprindo o seu dever. Mas é assim que é. Esse soldado não invadiria uma escola e agrediria um professor por desejo próprio, porque não gosta de professores. Ele provavelmente é um bom soldado e cumpre as ordens dos seus superiores. Mas o recado que a imagem passa é bastante claro: esse governo não gosta de professores, não gosta de soldados e, no limite, tem nojo da sociedade e ama o poder acima de todas as demais coisas, pessoas e instituições.

Caderninhos queimadosAbsurdos são situações improváveis, aquelas que não esperaríamos ver, como essa imagem de alunos e professores queimando livros. Não que sejam livros importantes, pois são apenas os "caderninhos" onde o governo gastou milhões do meu e do seu dinheiro para "encinar"  (sic o próprio caderninho) que existem vários Paraguais em locais improváveis do mapa e, para,além de alimentar a simpatia política de editoras que farão boas doações para o PSDB, passar a falsa impressão de que está se investindo na educação paulista. Os livros que o MEC envia às escolas são imensamente melhores e não custam um tostão a mais ao Estado de São Paulo, nem aos alunos.

Esses caderninhos, além de didaticamente ruins, são quase inúteis, porque pedagogicamente mal concebidos, e geralmente chegam às escolas apenas depois que o assunto já foi estudado em sala de aula, ou trazem propostas irreais que são abandonadas pelos professores. Os alunos os jogam fora (não acho que queimem) e muitos professores os ignoram porque dispõem de material melhor oferecido pelo MEC. Mas, mesmo assim, nada justifica que sejam queimados. Esse ato "simbólico", ainda que pretenda representar a "queima do governo" ou a "queima que o governo promove no nosso dinheiro" para fazer campanha para si mesmo, tem o lado infeliz demais de também representar o desperdício de algo que, embora mal concebido e mal desenvolvido, representa ainda assim um recurso à mais disponível para a escola.

Guerra urbana

Nessa "guerra de partidos", entremeio a sindicatos frouxos e governos desgovernados, o que tem restado para os filhos do povo de São Paulo são escolas falidas, entulhadas de pobres que têm aulas com professores pobres e são protegidos por uma polícia empobrecida, diferentemente dos filhos da burguesia formadora de opinião, dos políticos carreiristas e aventureiros e da elite que usufrui de ambos.

É nesse mundo de contradições, abandonado por sindicatos e governos, caluniado pela mídia chapa-branca e ignorado ostensivamente pela elite pensante que orbita o próprio umbigo, que uma imagem de um professor carregando um policial ferido ganha uma importância simbolica muito grande: ela é o retrato de uma sociedade que tem que aprender a carregar a si própria e deixar de ser carregada por sindicatos e governos incompetentes, que defendem a si próprios em nome daqueles que se degladiam por melhores condições de vida e trabalho.

Meus parabéns aos colegas professores e aos policiais que estiveram, ambos, cumprindo seus deveres. Meus pêsames ao sindicato e ao governo.

 
Agora sim: Estamos em greve PDF Imprimir E-mail

Enfim, estamos em greve!

paulorenatosouzaPor decisão da imensa maioria dos professores da escola, resolvemos paralisar nossas atividades em apoio aos colegas professores que já estão em greve desde 08/03. E também para ajudar o nosso querido secretário, Sr. Paulo Renato, a aprender a contar além do "1", já que ele vem desdenhando dos professores em greve e insiste sempre em dizer que é apenas uma minoria de 1% de professores que estão paralisados. Quem sabe agora ele consiga contar até 50, 60 ou, porque não, 70?

Como a maioria dos professores da escola decidiram conjuntamente entrar em greve a partir dessa quarta-feira, é 99,9% provável que não haja aula alguma nesse resto de semana, pois os pouquíssimos professores que, por razões particulares e compreensíveis, não puderam aderir à greve, não devem ter alunos, já que os alunos naturalmente aderem à greve e deixam de ir à escola.

cartaz_greveDe minha parte ficam suspensas as entregas de tarefa até o fim da greve na escola. Mas não se esqueçam de trazer as tarefas assim que as atividades forem retomadas.

Como indicação de estudo durante esse tempo, procurem estudar pelo mejnos 10 páginas do livro didático semanalmente e façam os exercícios de cor vermelha (eu vou pedi-los, oficialmente, depois da greve - que desejamos que acabe logo).

Informarei aqui mesmo, no Cantinho do Prof. JC, quando a greve em nossa escola terminar ou quando eu decidir retornar, caso eu decida fazê-lo antes do final da greve.

À vocês, meus alunos, e seus pais e responsáveis, peço que procurem compreender e apoiar, se possível, a nossa decisão, pois vocês convivem conosco todos os dias e sabem melhor do que qualquer outro o quanto nos dedicamos à vocês e o quão pouco recebemos em troca por parte do nosso governo.

Obviamente não estarei na escola no resto dessa semana, mas continuo disponível para contato aqui no Cantinho para quaisquer outros esclarecimentos que desejem.

 
Março cruel PDF Imprimir E-mail

Imagem feita pelo ilustrador Fernando GuaritaMarço parece que está sendo um mês deveras cruel. Perdemos Glauco, o cartunista que com seu traço despreocupado criou Dona Marta, Zé do Apocalipse e o indescritível Geraldão, dentre outros tantos. A ilustração ao lado foi feita pelo ilustrador Fernando Guarita, que espero que não se importe que eu a use aqui. Grande Glauco! Cláp, cláp, cláp!!!

Março também é mês de greve da Apeoesp (queria eu que fosse realmente uma greve de todos os professores e não apenas de um sindicato), mês em que a Secretaria da Educação deve divulgar o Idesp (e vamos torcer para não ser tão ruim quando foi o Saresp) e é também o mês em que, teoricamente, o governo determina o valor do "bônus" que distribuirá para as escolas que conseguirem melhorar seus índices, apesar de ter o próprio governo atrapalhando a Educação e a melhora desses índices.

Professores em greve - Av. Paulista

Março também já é mês de provinhas e a primeira provinha do terceiro ano já se encontra resolvida na bilbioteca virtual, na pasta de avaliações. A segunda virá como a primeira, sem aviso e a qualquer momento. Afinal, esse é mesmo um mês cruel, certo?

 
Ainda sobre as ferramentas Web 2.0 PDF Imprimir E-mail

O dinossauro vivoPubliquei nesta semana um artigo sobre o "Uso pedagógico do GoogleDocs", uma ferramenta web 2.0 que além de ter as mesmas funcionalidades básicas de qualquer pacote de ferramentas de escritório para desktop (Office da Microsoft, BrOffice da Sun, etc.) ainda tem as vantagens de permitir a edição colaborativa de documentos, o compartilhamento em rede e o armazenamento na própria web.

Aproveitando o "clima web 2.0" também publiquei na Internet o primeiro livro do meu filho Zequinha escrito em 2008, quando ele estava na segunda série de nove anos (antiga primeira série), de título "O dinossauro vivo". O livro impresso foi escaneado e publicado no formato pdf em uma pasta pública do GoogleDocs e pode ser acessado e baixado clicando-se no link do nome do livro. Minha intenção era publicar o livro em uma ferramenta web 2.0 chamada Tikatok, porém essa ferramenta deixou de ser web 2.0 free e passou a ser uma ferramenta paga da companhia Barnes&Noble. A web 2.0 tem dessas surpresas, o que hoje é free a amanhã pode deixar de ser...

 
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