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A tortura aos professores paulistas PDF Imprimir E-mail

Professores de SP em greve

70 dias de uma greve que sequer é reconhecida pelo governo do estado de São Paulo nos levam à muitas reflexões. A principal delas talvez seja tentar compreender porquê esses professores têm tão pouca importância para o resto da sociedade: uma sociedade que sempre coloca a Educação como um fator fundamental para seu bem estar. Antes porém, falemos de tortura.

Quando levantamos os casos absurdos de tortura da época da ditadura ficamos profundamente indignados, e com toda razão. Quando tratamos de casos mais corriqueiros de tortura aos presos comuns, abuso de autoridade e violência gratuita por parte da polícia ou, ainda, casos de bandidos que sequestram, roubam e torturam suas vítimas, também ficamos indignados. E também com razão.

É aviltante admitir que se possa forçar alguém a fazer algo que não faria por vontade própria mediante mecanismos de coação que impliquem em dor, sofrimento e humilhação. É mais criminoso ainda quando isso envolve familiares da vítima que são torturados conjuntamente. E me parece inadmissível quando é feito por um estado de direito vivendo um regime democrático.

Mas como fica isso diante da decisão do governo paulista de cortar o ponto dos professores em greve, contrariando a própria constituição e, dessa forma, não lhes pagar os salários? Se, para Alckmin, pagar salários para professores que estão em greve, mesmo sabendo que depois esses professores teriam que repor essas aulas, uma a uma, é entendido como "ilegal", como entenderíamos a legalidade de expor as famílias desses professores à uma situação de risco iminente por falta de recursos para prover as necessidades mais básicas, como alimentação, saúde e serviços públicos como energia elétrica e água?

Enquanto Alckmin usa e abusa do aparelhamento do PSDB no judiciário para protelar o pagamento aos professores em greve, como vivem as famílias desses professores? E, afinal, será que isso realmente não tem importância? Pode o governo paulista torturar as famílias dos professores para obrigá-los a se sujeitarem à vontade do governador e do seu secretário da Educação?

É claro que ouviremos algumas vozes dizendo "voltem ao trabalho, vagabundos, e terão o que colocar na boca dos seus filhos", mas isso não é exatamente uma forma imoral, ilegal e vergonhosa de praticar tortura contra todos os familiares desses professores para obrigá-los a abrirem mão de seus direitos constitucionais? Não é uma forma abominável de tortura sendo validada por decisões monocráticas do judiciário?

Se os presos políticos do regime ditatorial delatassem seus amigos, seus planos e suas ações assim que fossem presos, talvez não sofressem tanto antes de serem assassinados, mas não teríamos um movimento de resistência ao golpe dos militares de 64 e nem um país democrático hoje. Pode-se argumentar que todos deveriam ter aceitado o golpe militar sem se opor, mas não foi assim. Pode-se argumentar hoje que os professores deveriam aceitar a autoridade e a vontade do governador, sem queixumes, e apenas seguir suas ordens, ainda que isso só piorasse a educação paulista. Mas não é assim que acontece em uma democracia, e muito menos quando se trata de pessoas pensantes e atuantes, como são os professores.

Eu não vejo na mídia, até agora, e nem por parte dos formadores de opinião, intelectuais e políticos alinhados com a causa trabalhista e a vontade de melhorar a Educação desse país, nenhuma movimentação real no sentido de apoiar efetivamente os professores e lhes garantir o direito de pensar, discordar e propor soluções para a Educação. Nem mesmo no que me parece o elemento mais básico de uma democracia em um estado de direito: a garantia do direito à greve sem o uso de coação na forma de tortura às famílias dos grevistas.

Voltemos então ao parágrafo inicial: porque ninguém consegue ver isso? Porque os professores, suas famílias e os alunos das escolas públicas são assim tão invisíveis? Será mesmo que a sociedade ignora esses milhares de indivíduos encarregados de educarem as próximas gerações? Será que vêem mesmo com bons olhos essa prática abominável do estado de São Paulo em torturar as famílias dos professores para obter obediência ao seu governador-ditador?

Deixo essas palavras como reflexão, mas convenhamos, já deu tempo para refletir muito, não? São 70 dias de greve e dois meses sem salário. Agora já é fato que muitos professores estão perigosamente endividados e vendendo seus poucos bens para garantir a comida de seus filhos, quando podem. E fazem isso porque acreditam em um ensino de mais qualidade com políticas de governo mais efetivas, não porque sejam vagabundos querendo receber sem trabalhar.

E você, que sempre achou que podia fazer alguma coisa pela Educação paulista, o que me diz disso tudo?

 

 

 
Não tem arrego, Mr. Alckmin! PDF Imprimir E-mail

A cada assembléia mais e mais professores comparecem e o grito de guerra continua sendo o mesmo: "Não tem arrego!".

Professores em greve

Na foto milhares de professores que puderam participar da assembléia na Av. Paulista, SP, nessa sexta-feira, 08/05, e que não constitui-se no total de professores em greve, mas apenas uma pequena parcela que pode viajar até São Paulo para participar dela, votam pela continuidade da greve e entoam juntos o grito de guerra que já viralizou: "Não tem arrego!".

Quando Alckmin diz que não há greve ele está dizendo o quê afinal? Que ele pode decretar que milhares de professores paralisados e reivindicando melhorias significativas para o ensino paulista estão simplesmente "faltando ao trabalho"? Que esses professores não existem? Ou que ele, por se sentir poderoso demais, pode simplesmente desprezá-los, aos seus alunos e as famílias deles?

Mostrei ontem, em outro texto, que já temos cerca de 5 milhões de aulas que precisarão ser repostas. Alckmin quer que os alunos fiquem sem essas aulas de reposição? Pois é isso que aconteceria se hoje todos esses professores concluíssem que estiveram enganados nesses dois meses e "arregassem", voltando ao trabalho humilhados na segunda-feira.

No atual estado catastrófico a que chegamos após dois meses de greve, e por absoluta falta de vontade política do governo em negociar com os professores e apresentar contra-propostas plausíveis, já não é mais possível "encerrar uma greve que não houve" e com isso tirar dos alunos o direito a essas 5 milhões de aulas que desapareceriam do currículo. Será que o Secretário da Educação consegue perceber isso?

A ladainha entoada pelo governador nos últimos dias, que tenta ridicularizar as reivindicações dos professores chamando-as de irreais, acaba tendo um efeito reverso ao ridicularizar a capacidade de negociação do próprio governador, que parece estar apartado da realidade, talvez em uma crise psicótica de negaciosismo (não tem greve, não tem falta de água, não tem epidemia de dengue, etc.).

Já passamos do "ponto de desistência", onde a greve poderia ter terminado sem maiores consequências. No presente momento, a menos que o governo aceite negociar em termos plausíveis, todo o ano letivo estará comprometido.

Não posso acreditar que a população do Estado de São Paulo aceite isso tranquilamente, pois isso afetará de forma catastrófica o ensino já precário que a rede consegue oferecer. Alckmin pode até ter surtado, seu secretário pode realmente ser um banana sem iniciativa própria, como corre à boca pequena, mas será que todos que têm filhos na escola pública paulista também o são?

Já passou da hora do governador parar de agir como uma criança pirracenta e tentar encontrar o que restou do projeto de vida política dele. Governar o estado mais rico da nação não é para qualquer um. Erros infantis cometidos na administração pública podem levar a consequências imprevisíveis. Beto Richa, que massacrou os professores do Paraná, já descobriu isso.

 
Estamos em greve PDF Imprimir E-mail

greve_educao

O Cantinho do Prof. JC vem a público comunicar que o Prof. JC aderiu ao movimento grevista dos professores do Estado de São Paulo.

 

Nós professores, estando em greve ou não, estamos sempre lutando por uma Educação de melhor qualidade. Há muito tempo estamos insatisfeitos com as políticas educacionais de SP e reivindicamos medidas justas que visam oferecer um ensino de qualidade aos nossos alunos.

Por entender que é preciso que a sociedade compreenda nossa luta e se junte a nós na defesa das crianças que estão no ensino público, estamos mais uma vez em greve, pois essa é única possibilidade que nos resta de tentar sensibilizar a sociedade sobre a importância de uma escola de qualidade.

Abaixo eu listo a pauta de reivindicações que nós professores estamos levando ao governo de São Paulo e que acredito sejam do interesse de todos e não apenas dos professores. Clique no "Leia mais" e veja a pauta de veivindicações, além de algumas sugestões minhas para os meus alunos durante o período que estarei em greve.

Leia mais...
 
Começando pelo começo PDF Imprimir E-mail

Coragem!Olá baixinhos!

Wow! Que legal, já começamos, enfim, a ver do que se trata o curso de Física nesse ano, né? :)

Pois é, depois de tanta enrolação, enfim começamos a aprender algo relacionado de fato com a Física.

Clique no link "Leia Mais..." e confira alguns vídeos com dicas sobre essas primeiras aulas.

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Ô isquindô isquindô! O carnaval acabou! PDF Imprimir E-mail

carnaval

Pronto, chega de folia. Hora de retomar a vida.

 

Depois de duas semanas conhecendo a escola, o curso e tratando de temas de interesse geral, e mais uma semana de "descanso" para curtir o carnaval, vamos começar o ano letivo de verdade.

Alguns lembretes são importantes e acho que seria bom que todos conferissem o check-list a seguir (clique no "leia mais"):

Leia mais...
 
Ano novo, novos desafios! PDF Imprimir E-mail

bebezinho

Feliz 2015 para todos!

 

Que seja um ano de muita alegria, saúde e desafios para nos manter ativos.

Enquanto as aulas não recomeçam, aproveitemos para descansar e nos preparar para enfrentar o resto do ano. Recarregar as baterias é fundamental. Aqui vão algumas dicas:

- Vá ao cinema, ao teatro, aos parques, museus, zoológicos e outros locais de visitação;

- Escolha um livro e inicie sua leitura. Não julgue o livro só pela capa; leia pelo menos 1/3 dele antes de concluir se está valendo a pena ou não;

- Navegue na internet para ouvir as músicas e assistir seus clips preferidos no Youtube. Se você gosta de outras coisas além de músicas e clips, experimente pesquisar sobre os filmes, documentários e séries que também estão disponíveis lá;

- Faça algo diferente! Já plantou uma árvore? Você cuida das plantas na sua casa? Já experimentou arrumar seu quarto e jogar fora as coisas velhas, arrumar as novas e redecorá-lo? Há uma infinitade de coisas novas e divertidas que você pode fazer mesmo em sua própria casa;

- Começe a preparar seu material escolar;

- Visite os amigos. Sim, vá a casa deles e convide-os para virem na sua;

- Durma bem, bastante e, de preferência, no horário normal. Não é porque você está em férias que por isso precisa dormir mal, ficar estressado e ainda mais cansado, não é mesmo?

- Coma bem! Experimente fazer você mesmo um prato diferente. Faça um bolo, uma sobremesa, uma receita nova.

Daqui a pouco as aulas recomeçarão e vamos desejar rapidamente a chegada de novas férias. Então aproveite agora que você está em férias e seja feliz!

 

Nos vemos no início das aulas. Até lá!

 
Em resposta ao "Estadão": baderna jornalística PDF Imprimir E-mail

Neste sábado próximo passado, 25/04, o jornal "Estadão" publicou um artigo de opinião com o título "A baderna da Apeoesp", onde faz o pior tipo de jornalismo possível para criminalizar um sindicato e toda uma classe profissional. Como o referido jornal não costuma abrir espaço para discussão sobre temas que ele acredita ser o portador da verdade, comento abaixo o artigo e mostro porque esse tipo de jornalismo não contribui para o esclarecimento da sociedade. Ainda que eu não tenha o mesmo poder de penetração do referido jornal na opinião pública, é bom saber que as redes sociais nos permitem atingir um número significativo de pessoas pensantes. Vamos ao texto.

O Estadão começa por dizer que acha lamentável a cena de "violência" que ele atribui exclusivamente aos professores em greve e já adianta que acha que isso é "mais do que um caso de polícia". Evidentemente que, se dependesse do grupo controlador do Estadão, deveria ser um caso de intervenção militar, pois alguns vidros quebrados na Secretaria da Educação é um ato de extrema violência que supera em muito as chacinas diárias em São Paulo, as escolas incendiadas e depredadas ao longo de todo o ano, a criminalidade presente no entorno da Secretaria da Educação (a Cracolândia), etc. Claro está, portanto, que o problema é extremamente grave quando se trata de vidros da porta da Secretaria de Educação. Claro também está que o jornalista que escreveu esse parágrafo introdutório não faz a menor ideia do que seja violência e nem tem conhecimento da violência que os professores sofrem todos os dias, inclusive por obra da Secretaria da Educação.

Não bastasse esse péssimo começo, o jornalista "relembra" que esse episódio é parte de "uma longa série de episódios de truculência" que, segundo o jornal, teve como ápice a "agressão" ao então governador Covas. Covas foi o primeiro tucano a se apossar do governo do Estado de São Paulo e foi reconhecidamente um dos primeiros governadores a iniciar a destruição da educação paulista, enquando doava as rodovias paulistas para os parentes e amigos. Seu legado são os pedágios exortibantes que pagamos até hoje. No episódio a que alude o jornal, um manifestante teria arremessado uma bandeira em direção a covas que, diga-se de passagem, saiu ileso do episódio.

No segundo parágrafo o jornalista pretende fazer gracinha ao apelar por uma analogia entre o prédio da Secretaria de Educação e os castelos mediavais, referindo-se à cena em que alguns manifestantes tentavam forçar a abertura da porta do prédio com uma barra de ferro. Mas podemos ir além com essa analogia e notar que a Secretaria de Educação tornou-se mesmo uma espécie de castelo mediaval, onde um secretário-mor, investido de um poder absoluto, reina soberano e dá bananas para o clamor dos professores. Lembra também, vagamente, a queda da bastilha, que marcou o início de uma série de revoltas que culminou com a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Portanto, um ícone da Revolução Francesa. Quiça tivéssemos derrubado essa bastilha tupiniquim e conquistado o direito à educação de qualidade para todos. A Secretaria de Educação de São Paulo bem lembra o atraso, o obscurantismo e a violência a que se refere o jornalista, e suas ações, com ou sem greve, comprovam isso.

No terceiro parágrafo o escriba especula sobre o tamanho do estrago que esses "60 baderneiros, a maioria encapuzados" (número mágico!), mas que mesmo assim o jornalista identifica como professores, teriam feito caso não fossem contidos pela polícia. Num gesto patético de falácia da piedade, o jornalista apela para os "assustados funcionários" da Secretaria, como se fossem contra eles que os professores estivessem investindo com sangue nos olhos e desejos macabros. Enfim, um espetáculo literário que causa pena, dado que esperava-se mais objetividade e menos devaneios do jornalista.

Já no quarto parágrafo o jornalista começa sentenciando que "nada se salva" desse grupo ou do sindicato dos professores. Como assim, excelência? Evoca o comportamento "civilizado" do Secretário Herman, que teve a boa vontade de receber o sindicato para lhe dizer que "nada mudaria na política atual da secretaria" e, por fim, termina enaltecendo a má vontade do governo como uma condescendência nobre para com professores que, segundo o jornalista, já recebem mais do que deveriam, por exemplo. Nesse ponto o jornalista já deixou claro que não está fazendo jornalismo e nem emitindo opinião própria, mas tão somente dando sustentação à fala do próprio governo que, coincidentemente, afirma exatamente a mesma coisa. Mas então porque gastar quatro parágrafos até aqui? Não bastava dizer: leiam o site da Secretaria da Educação, por favor, lá está tudo o que o Estadão tem a dizer.

No quinto parágrafo é que as coisas começam a ficar interessantes, pois o jornalista afirma que o sindicato fez a opção pelo confronto e pelas reivindicações irrealistas. Convenhamos, excelsior jornalista, confrontar significa aqui justamente o que se faz em uma greve, pois que o contrário disso seria continuar nas salas de aula vendo a educação falir por absoluto e acreditar que essa sim deveria ser a realidade. Então, as reivindicações são mesmo irrealistas, pois que pretendem mudar essa realidade que lhe é confortável, meu caro, assim como também o é para o governador e para o Secretário, mas que incomoda muito aos professores e aos milhares de alunos das escolas públicas que têm direito à uma educação de qualidade e, principalmente, a mudarem isso que o Sr. chama de "realidade".

No sexto parágrafo é onde encontramos a grande falácia em que o Estadão e outros veículos "oficiais" de notícias do governo vêm apostando suas fichas: fazer crer que se está reivindicando algo não apenas absurdo, mas também que nem deve ser levado à sério. É bem sabido que a Educação não vem mesmo sendo levada a sério, mas vamos destrinchar um pouco mais essa falácia para mostrar o quanto é preciso levar a sério o investimento em Educação aqui em São Paulo e no resto do Brasil.

Ao afirmar com todas as letras que a reivindicação de 75,33% de aumento nos salários é irreal, o jornalista, por má fé, omite que essa é uma proposta negociável em termos de prazos e não uma imposição absoluta para agora. Ainda que necessária para antes de ontem, essa proposta pode ser negociada em "suaves prestações", mais ou menos no mesmo modelo em que o governo tem anunciado a proposta dele, que apenas repõe, quando muito, perdas devido à inflação. Então, meu caríssmo, irreal é sua conclusão. Pior ainda: irreal é falar em aumento de salários quando o que se está propondo é realinhamento para tornar compatíveis os ganhos dos professores quando comparados aos ganhos de profissionais com formação equivalente!

É obvio que o jornalista deve saber que os professores não ganham nem mesmo o mínimo do que deveriam para "apenas estarem equiparados a outros profissionais com a mesma formação acadêmica", como os jornalistas, por exemplo, que são formados por professores que recebem cerca da metade do salário que eles, jornalistas, receberão ao iniciarem suas carreiras. O que o Estadão está defendendo, por meio de seu articulista, é que seja mantida essa discrepância salarial absurda sob a alegação de que a equiparação é irreal. Porque irreal, meu senhor? O Estadão acredita mesmo que os professores são profissionais de segunda categoria que devem estar mais que satisfeitos em receberem metade do que recebem os demais profissionais? Essa é a visão que o Estadão tem da classe do magistério?

Os três últimos parágrafos, por fim, são pérolas para serem transformadas em contas graciosas de um colar jornalístico digno de uma perua com péssimo gosto. Neles o jornalista lembra que o governo deu reajustes salarias em anos anteriores (Mas como assim? Não deveria ter dado?), menciona com ufanismo o famigerado "bônus", aquele dinheiro distribuído sem nenhuma transparência para uns poucos professores que são alternados ano a ano, e nem mesmo se lembra de que a inclusão desse valor nos salários reais, compondo parte daqueles 75,33%, é justamente uma das reivindicações dos professores. Má fé ou desinteligência jornalística?

O último parágrafo, por fim, resume a hipocrisia e a truculência desse jornal e, por isso, reproduzo-o na íntegra: "É altamente preocupante pensar que o futuro dos alunos da rede pública está entregue a pessoas,­ ressalvadas as exceções,  que cultivam a intolerância e cultuam a baderna". Pois concordamos plenamente com essa frase e lamentamos profundamente que no passado, nós professores, tenhamos produzido jornalistas capazes de causar tanta baderna em um jornal do porte do Estadão e que cultivam a intolerância aos movimentos trabalhistas. Gostaríamos muito de, no futuro, não produzirmos mais pessoas com essa mentalidade doentia e com poder de levar seu ódio à toda uma classe profissional para as páginas de um periódico de grande circulação. Lamentamos por tê-lo produzido, meu caro.

Artigos como esse, do Estadão, não apenas desinformam porque omitem informações importantes, mas também propagam preconceitos odiosos contra uma classe profissional que é venerada em todos os países desenvolvidos do planeta. São peças de marketing político travestidas de opinião que traduzem o que de pior pode haver na liberdade de imprensa: a liberdade de mentir e manipular.

 
Aulas eletrizantes X potências poderosas PDF Imprimir E-mail

calculadora-androidOlá pequeninos!

Oras, vejam só, e não é que as aulas dos terceiros anos ficaram eletrizantes? Pois é, estamos descobrindo como eletrizar corpos e quais efeitos eles apresentam após eletrizados.

E o pessoal do primeiro ano descobriu como usar as potências de dez, os números em notação científica e suas calculadoras para fazer operações com esses números.

Clique no "Leia mais" e veja uns vídeos interessantes sobre esses temas e alguns desafios que podem ajudar na sua nota.

Leia mais...
 
Horários de aula a partir de 23/02 PDF Imprimir E-mail

horrioÀ partir de 23/02/2015 passa a vigorar novos horários de aulas. Você pode consultar e baixar as planilhas de horários nos links fornecidos abaixo.

Consulte sempre a planilha de horários e não se esqueça de trazer os livros didáticos corretos.

 

Horário do período da manhã.
Horário do período da tarde.
Horário do período da noite.

 

 
Bem vindos a um novo ano letivo! PDF Imprimir E-mail

Bem vindos!Olá baxinhos! Que saudades! SQN kkkk

Chega de zueira e vamos iniciar logo o ano letivo de 2015.

Nessas primeiras semanas planejamos aulas diferenciadas com temas bem interessantes e relevantes para todos. Vocês vão gostar!

Neste ano eu continuo lecionando para os terceiros anos, mas terei apenas um primeiro ano no período da noite.

Espero que todos tenham descansado bastante e voltem com muita energia. Aliás, energia será um dos temas de estudo esse ano. ;)

Nos vemos por ai. Boa semana para todos!

 
Então... Acabou! PDF Imprimir E-mail

criana_pobreOlá pequeninos!

Terminamos mais um ano! Que bom, não?

Ano que vem alguns de vocês estarão do segundo ano e, espero, com um pouco mais de senso de responsabilidade e desejo de tocar adiante um projeto de vida que não se contente com a mesmice e a pequenez próprias da preguiça e da falta de sonhos.

Outros, que saem com o certificado do Ensino Médio, vão encarar aquela realidade de que tanto nos ouviram falar nos últimos três anos. Agora é com vocês. ;)

Seja lá qual for o caminho, sigam firmes e lembrem-se que nas encruzilhadas da vida a escolha só cabe à vocês. Causa e consequência: isso sempre funciona.

Desejo à todos um ótimo fim de ano, boas festas e um ano novo cheio de novidades, felicidades e, por que não, algumas saudades?

Todas as notas de vocês estão fechadas e lançadas nas planilhas de controle aqui no site, na área de alunos. A galerinha dos terceiros A e B podem continuar acessando a área de cursos online (LMS - Moodle) e verificar lá quais foram os badges que receberam, a correção das provas e o registro de todas as atividades e notas correspondentes. A turminha do terceiro C pode ver os vídeos produzidos por vocês na minha playlist de "Tópicos de Física Moderna" no Youtube.

Os aluno Eduardo Hamada Eiras e Keller Matheus Ribeiro foram os felizes ganhadores do "JC's Awards 2014" por terem produzido o melhor vídeo (nota 10 em todos os quesitos avaliados) com valor de prova para o 3C. Parabéns aos meninos e boa diversão no cinema (Sim! Eles faturaram as entradas para o cineminha!).

Por fim, se ainda quiserem fazer algo legal nesse Natal, lembrem-se que existem muitas crianças como essa da foto e que elas gostariam muito, muito mesmo de ganhar um presentinho de Papai Noel. Seja o Papai Noel de alguma delas!

Bye bye, dudes.

 
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